A história que eu resolvi contar para chamar a sua atenção hoje é a realidade diária de 17,3 milhões de brasileiros. É um problema silencioso, porque na maioria das vezes as pessoas com deficiência não são vistas ou ouvidas. A sociedade excludente em que ainda vivemos força muita gente a ficar em casa e a não avançar porque pra elas tudo é mais difícil.
Na minha plataforma de trabalho, se for eleito deputado federal, quero começar a mudar isso. O primeiro passo é garantir que as novas carteiras de identidade no Brasil, que já começaram a ser emitidas em alguns lugares, tenham um modelo específico para PCDs. O modelo que foi aprovado tem pouco espaço para a simbologia das deficiências, que podem ser múltiplas.
Trata-se de uma medida simples, que melhora a comunicação das pessoas com deficiência. É também uma iniciativa que não gera custos ao governo e que vai melhorar a vida de muita gente. Vamos trabalhar para incluir, respeitar, partilhar.





