O desabafo de um pai autista

Pessoal, queria compartilhar com vocês o desabafo que recebi hoje no whatsapp do meu amigo Ronaldson. Ele é pai de um garoto de 14 anos, que possui a síndrome do espectro autista.

“Estive com meu filho em uma clínica aqui no Barreiro e quando chegamos pra fazer a consulta dele, fui exercer o direito de ter prioridade, apresentei a carteirinha dele, e eles recusaram o atendimento. Acionei a viatura, que veio até o local. Os policiais conversaram com a gerente e ela falou que ia chamar o médico e arrumou um monte de desculpa.”

É muito triste ler isso, né? Mas, infelizmente, é um acontecimento recorrente. Os autistas possuem prioridade, por lei, em uma série de atendimentos, porque as longas esperas nesse tipo de ambiente podem gerar crises por questões sensoriais. Acontece que esse direito nem sempre é respeito por desconhecimento ou preconceito.

Vamos combater isso espalhando essa informação?

O desabafo de um pai autista

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